terça-feira, 24 de janeiro de 2012

#2

Resenha vindo ai! Aguardem! 
(=

Eu li: Lonely Hearts Club!

Yoo minna!!

Como vão?

Bom, como prometido, aí está a resenha. Esse ano eu resolvi fazer isso no blog. Não que ele vá se tornar um blog sobre livros, mas vou fazer pequenas resenhas e postá-las aqui sobre os livros que andei/ando lendo.

E vamos à primeira resenha do ano: Lonely Hearts Club.

CONTÉM SPOILER!

Logo de cara, quem conhece a banda - a qual citarei mais tarde -, pensou que era sobre. Não é meus caros. Bem que seria interessante se fosse sobre, mas ainda pretendo ter um livro sobre eles.
"Mas por que essa banda?", vocês devem estar se perguntando. É provável que a autora é super, hiper, mega e loucamente fã de Beatles, porque a personagem principal é, e é inspirada nele ela cria um clube. Estarei explicando o porque.

A capa eu achei linda e muito criativa. A Intríseca conseguiu fazer os meus olhinhos brilharem ao vê-la. E é essa aqui! ←

Bom, vamos ao livro.

A história é bem adolescente e real. Logo de cara você percebe isso. O que amei nesse livro porque me identifiquei muito. A autora conta sobre Penny Lane Bloom - Tirando o Bloom, Penny Lane é nome de uma música dos Beatles - e seus caso amoroso frustrado. Logo de cara você fica com pena dela e chega até chorar, como eu, por causa de um caso frustrado. A partir daí, ela monta um clube, o Lonely Hearts Club.

O por que do clube?

Bom, ela declara que para ser feliz, não precisa de um namorado e acaba criando o clube com esse nome. Não se espantem meus leitores. Eu também aderiria a ideia se ele relmente existisse perto de mim. O clube é formado por meninas e têm suas regras. Primeiro ela tenta convencer Tracy, sua melhor amiga, a entrar no clube. Tracy é uma menina de personalidade marcante e uma das personagens que mais amei depois de Penny. Ela, Tracy, tem uma lista de pretendentes e quando não dá certo, ela risca o nome do cara de lá. O que eu acho uma perca de tempo. Enfim. Penny não consegue trazer Tracy para o clube, mas Tracy acaba entendendo a melhor amiga.

Com o tempo, vem o começo das aulas e o encontro com os velhos conhecidos colegas de escola e classe. Nesse dia ela reecontra uma EX-melhor amiga e seu namorado. A EX - Diane - fica feliz ao ver Penny, mas ela não se convence de que essa felicidade é verdadeira, já que Diane a trocou por um namorado. Elas têm uma conversinha básica e marcam de sair.

O namorado de Diane é Ryan Bauer, o típico menino bonito, popular, atleta e com boas notas. Ele e Penny têm uma amizade de longa data e se falam sim. Rayan é uma das personagens que mais amei também. Ah, é clichê entre todas as meninas gostar dos populares. Não é o que acontece comigo, mas esse foi um caso à parte.

clique na imagem para ler.



Enfim.

O dia letivo se passa e o encontro entre Diane e Penny finalmente chega. Nesse encontro temos uma surpresa e tanto, a qual não vou contar porque se não meio que estraga o suspense do livro. E é a partir dessa surpresa que o clube deslancha. Não é uma coisa ruim, garanto.

O clube está indo de vento em polpa, até que Penny se vê vítima das próprias ideias, vendo-se apaixonada por Rayan Bauer. Ora, não pensem que ela traiu Diane. Só lendo o livro para saber porque eu não vou contar.

Bom, esse é um pequeno resumo que eu fiz do livro. Não TÁ BOM, mas dá pra deixar na curiosidade, sim?



É isso.

Beeeeeeijos :*

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Everybody - Vocaloid

Yoo minna! Como vão?

Bom, eu estava (ainda estou) curiando o Youtube e achei o seguinte vídeo:


Eu ache muito legal esse vídeo. Existem outras versões também, mas essa vou postar porque nunca a vi por ai.

É isso!

Beiiijos :*

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Selinhos #1

Yoo minna!

Ano novo ai, trazendo coisas boas e um ar de renovação.

E com o ano novo chegando, chegou os primeiros selinhos do Licious! Oh yeah!

Quero agradecer a Day que me indicou e que não deixa de comentar o blog. Vllw lindona!

Selinhos:


1º Colocar o link de quem te indicou:


2º Qual o seu maior sonho?

R: Não sei! '-'

3º O que te faz sorrir?

R: As palhaçadas do Alef e Douglas e só. Eu acho. '-'

4º Conhece o blog http://asoonhadora.blogspot.com/?

R: Na verdade não -sorry =* - Mas, vou dar uma olhada ^^ ²

5º Diga o que acha do blog que te enviou:

R: Lindo, inspirador e reflexivo! *--*

6º Indique os blog's que fazem um sorriso nascer em seu rosto toda vez que você olha: Um deles é o Day, mas como ele já foi indicado. Então vai o ~ Amanhecer, Caçadores de Sombras e só.


(Tentei salvar se mexendo, mas no blog da Day não dava pra salvar imagens!)

1 - Link o blog que criou o selinho: Letras Eternas
2 - Divulgar o blog que te repassou o selinho ~ Daaaay *---*
3 - Passe a 9 blogueiras que você considera uma amiga virtual ou uma parceira de blog (não precisa as distinguir) - Huum. 
4 - O que você achou do selinho ~ Mt fofo! *--*

Beijos :*






quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Capa e prólogo de City of lost souls - Cassadra Clare

Yoo minna!

Estava eu dando umas voltinhas por ai, curiando blogs, buscando informações sobre as minhas séries de livros preferidas, até que acho essa notícia no Sobre Livros: a capa e o prólogo de Cidade das Almas Perdidas (tradução livre) da Cassandra Clare.

A minha primeira reação foi "Que capa é essa????? AMEI!". Quase surtei, juro pra vocês. Depois o prólogo emocionante, triste e surpreendente, não tinha como não postar aqui.

Eu amo a série TMI (The Mortal Instruments) e sou fã de carteirinha.

Agora, babem na capa:




DIZEM SE NÃO É LINDA! PARA QUEM É FÃ DA SÉRIE ESSA CAPA É SIMPLESMENTE DIVINA, LINDA, PERFEITA E REVELADORA.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAH, EU VOU SURTAR! kkkk'

Desculpem, eu estou feliz mesmo com essa capa.

Agora o prólogo, que infelizmente está em inglês, mas não custa nada traduzir:

Prologue

Simon stood and stared numbly at the front door of his house.
He’d never known another home. This was the place his parents had brought him home to when he was born. He had grown up within the walls of the Brooklyn row house. He’d played on the street under the leafy shade of the trees in the summer, and had made improvised sleds out of garbage can lids in the winter. In this house his whole family had sat shivah after his father had died. Here he had kissed Clary for the first time.
He had never imagined a day when the door of the house would be closed to him. The last time he had seen his mother, she had called him a monster and prayed at him that he would go away. He had made her forget that he was a vampire, using glamour, but he had not known how long the glamour would last. As he stood in the cold autumn air, staring in front of him, he knew it had not lasted long enough.
The door was covered with signs—Stars of David splashed on in paint, the incised shape of the symbol for Chai, life. Tefillin were bound to the doorknob and knocker. A hamesh, the Hand of God, covered the peephole.
Numbly he put his hand to the metal mezuzah affixed to the right side of the doorway. He saw the smoke rise from the place where his hand touched the holy object, but he felt nothing. No pain. Only a terrible empty blankness, rising slowly into a cold rage.
He kicked the bottom of the door and heard the echo through the house. “Mom!” he shouted. “Mom, it’s me!”
There was no reply—only the sound of the bolts being turned on the door. His sensitized hearing had recognized his mother’s footsteps, her breathing, but she said nothing. He could smell acrid fear and panic even through the wood. “Mom!” His voice broke. “Mom, this is ridiculous! Let me in! It’s me, Simon!”
The door juddered, as if she had kicked it. “Go away!” Her voice was rough, unrecognizable with terror. “Murderer!”
“I don’t kill people.” Simon leaned his head against the door. He knew he could probably kick it down, but what would be the point? “I told you. I drink animal blood.”
He heard her whisper, softly, several words in Hebrew. “You killed my son,” she said. “You killed him and put a monster in his place.”
“I am your son—”
“You wear his face and speak with his voice, but you are not him! You’re not Simon!” Her voice rose to almost a scream. “Get away from my house before I kill you, monster!”
“Becky,” he said. His face was wet; he put his hands up to touch it, and they came away stained: His tears were bloody. “What have you told Becky?”
“Stay away from your sister.” Simon heard a clattering from inside the house, as if something had been knocked over.
“Mom,” he said again, but this time his voice wouldn’t rise. It came out as a hoarse whisper. His hand had begun to throb. “I need to know—is Becky there? Mom, open the door. Please—”
“Stay away from Becky!” She was backing away from the door; he could hear it. Then came the unmistakeable squeal of the kitchen door swinging open, the creak of the linoleum as she walked on it. The sound of a drawer being opened. Suddenly he imagined his mother grabbing for one of the knives.
Before I kill you, monster.
The thought rocked him back on his heels. If she struck out at him, the Mark would rise. It would destroy her as it had destroyed Lilith.
He dropped his hand and backed up slowly, stumbling down the steps and across the sidewalk, fetching up against the trunk of one of the big trees that shaded the block. He stood where he was, staring at the front door of his house, marked and disfigured with the symbols of his mother’s hate for him.
No, he reminded himself. She didn’t hate him. She thought he was dead. What she hated was something that didn’t exist. I am not what she says I am.
He didn’t know how long he would have stood there, staring, if his phone hadn’t begun to ring, vibrating his coat pocket.
He reached for it reflexively, noticing that the pattern from the front of the mezuzah—interlocked Stars of David—was burned into the palm of his hand. He switched hands and put the phone to his ear. “Hello?”
“Simon?” It was Clary. She sounded breathless. “Where are you?”
“Home,” he said, and paused. “My mother’s house,” he amended. His voice sounded hollow and distant to his own ears. “Why aren’t you back at the Institute? Is everyone all right?”
“That’s just it,” she said. “Just after you left, Maryse came back down from the roof where Jace was supposed to be waiting. There was no one there.”
Simon moved. Without quite realizing he was doing it, like a mechanical doll, he began walking up the street, toward the subway station. “What do you mean, there was no one there?”
“Jace was gone,” she said, and he could hear the strain in her voice. “And so was Sebastian.”
Simon stopped in the shadow of a bare-branched tree. “But he was dead. He’s dead, Clary—”
“Then you tell me why he isn’t there, because he isn’t,” she said, her voice finally breaking. “There’s nothing up there but a lot of blood and broken glass. They’re both gone, Simon. Jace is gone…”


E ai, o que acharam? Curiosos para lerem o livro? Lembrando que Cidade dos Anjos Caídos (tradução livre), que antecede Cidade das Almas Perdidas (tradução livre), ainda não foi lançado aqui no Brasil.

Beijos :*





Último selinho ganho em 2011

Yoo minna!

Bom, esse selinho é o último que ganhei no ano passado, mas estou postando agora porque não tive tempo dia 31 para postá-lo e também só o vi dia 1º.

Enfim.

Ai vai:



Regrinhas:
- Dizer três desejos pro ano novo!
- Dizer que foi a Ana Vitória do By My Self que fez.
- E linkar quantos blogs quiser!

Meus três desejos são:
1. Passar de série esse ano. Hu ho ho.

2. Aperfeiçoar no teclado.
3. Continuar na presença do Senhor.


Indico:


~ Amanhecer
Letras Eternas


Beijos :*

Ah, o amor...

Aquele sentimento que você tem quando ver seus pais, seus parentes queridos, seus amados amigos.

Mas nada se compara ao amor que sentimos pelo nosso namorado, noivo, marido. Nosso amante, eterno companheiro, amigo e fiel. Não falo daquele que te troca ou que não te ama. Eu DO namorado.

Que te abraça, te beija. Sorri quando te vê. Sorri quando você dá aquela birrinha básica ou quando você encena aquele ciuminho que apimenta a relação. Aquele que te dá bronca quando você está errada ou que briga mesmo quando você está fazendo algo que não o agrade.

Aquele que quando pensa em você, te liga. Aquele que quando você cogita em ficar triste, pergunta o que você te e te anima. Aquele que sorri só de te ver ou quando citam seu nome. Aquele que te liga e diz "Eu só queria ouvir sua voz". Aquele que compõe músicas para você e que não se importa com a maneira como você se comporta.

Aquele que não te impõe as coisas e nem te obriga a nada. Aquele que quando você pede pra pensar ele não pensa duas vezes na resposta e deixa. Aquele que você ama os defeitos. Aquele por quem você fica cega de amores e não para de falar nele. Aquele que é tudo pra você.

Não que eu esteja apaixonada. Só quero encontrar um assim. Que seja tudo para mim.

Beijos :*